| Herton Couceiro e o comunicador Milton Durgante |
De 18 a 24 de maio de 2013. Tema: Museu (Memória + Criatividade) = Mudança Social
Programação:
Dia 18 de maio – sábado – DIA
INTERNACIONAL DOS MUSEUS
19h00 – Abertura
oficial da Semana Municipal do Museu Cônego Hugo
19h30 – Palestra
“Os Museus como instrumento de transformação social”.
20h15 -
Lançamento do folder do Museu Cônego Hugo (Seções de Arqueologia, História,
Ciências e Artes)
20h30 – Espetáculo
cultural “Ballet Vidativa Academia”
Dia 20 de maio – segunda-feira
10h00 – Divulgação
do folder educativo na imprensa,escolas municipais, estaduais e projetos
sociais.
Dia 21 de maio – terça-feira
Manhã – Visitas
guiadas abertas a entidades, escolas municipais e estaduais e projetos sociais.
As
visitas devem ser agendadas com a professora Eni Vieira (coordenadora do Museu
Cônego Hugo).
Dia 22 de maio – quarta-feira
Manhã – Visitas
guiadas abertas a entidades, escolas municipais e estaduais e projetos sociais.
As
visitas devem ser agendadas com a professora Eni Vieira (coordenadora do Museu
Cônego Hugo).
Dia 23 de maio – quinta-feira
19h00 – Diálogo
cultural em preparação à 1ª Conferência Municipal de Cultura com participação
de representantes das diversas manifestações culturais e segmentos.
19h30 – A Revolução
Federalista (120 anos) e a Revolução de 1923 (90 anos) pelo historiador Valdevi
Maciel e CTG Negrinho do Pastoreio 60 anos, com a tradicionalista Neiva
Domingues. Logo após, “Bate-papo” sobre os assuntos.
Dia 24 de maio – sexta-feira
19h00 – Sessão
especial do Cineclube Querência do Bugio com exibição de dois filmes: o curta
metragem “Dona Cristina perdeu a
memória” - -
roteiro de
Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado e Rosângela Cortinhas. Sinopse: Antônio é um menino de 8 anos de idade que
descobre que sua vizinha Cristina, uma senhora com 80 anos que sofre do Mal de
Alzheimer, está sempre contando histórias diferentes sobre fatos da
sua vida.
19h30 – Exibição do
filme “Narradores de Javé” - dirigido por Eliane Caffé. Sinopse: A pequena cidade de Javé será submersa pelas
águas de uma represa.
Seus moradores não serão indenizados e não foram sequer notificados porque não
possuem registros nem documentos das terras. Inconformados, descobrem que o
local poderia ser preservado se tivesse um patrimônio histórico.
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